RHEL 7 deverá vir com modo clássico do GNOME 3 por padrão

A recusa às interfaces gráficas do GNOME 3 e Unity é tanta que muitos usuários até hoje torcem o nariz para esse modelo. No caso do GNOME 3, felizmente os desenvolvedores chegaram a um acordo que agrada boa parte dos órfãos do GNOME 2.x. A versão 3.8 desse ambiente de trabalho pode oferecer praticamente a mesma experiência da clássica versão 2.x, que reinou em muitas distros como desktop padrão na última década.

O modo “Classic” é opcional, mas há ao menos uma grande distro interessada em torná-lo padrão: o Red Hat Enterprise Linux 7.0 (RHEL).

O sistema empresarial da financiadora do Fedora virá com o GNOME Shell, porém com o modo clássico ativado por padrão.

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Basicamente a estabilidade desse modo foi testada exaustivamente no Fedora, distro que serve como um “rascunho” para recursos que aparecerão mais tarde nas outras. O modo clássico usa extensões do GNOME para criar o menu, barra de tarefas, botões nas janelas… Aproveitando toda a estrutura atual, destacando a compatibilidade com versões atualizadas dos aplicativos e bibliotecas. A experiência final lembra o GNOME 2.x, porém atualizada tecnologicamente. É bem diferente de usar uma versão desatualizada ou ficar com o fork Mate.

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