LibreOffice chega ao Android em versão estável, suíte é concorrente gratuita do Microsoft Office, as duas ferramentas estão disponíveis para Android, PC e Mac.

O Android recebeu uma versão inicial em fase beta do LibreOffice ainda em janeiro desse ano, assim os usuários poderiam fornecer informações de bugs e problemas que poderiam aparecer.

Agora quatro meses depois ao suíte LibreOffice chega ao Android em versão estável, mas ainda não está perfeita e por isso não é recomendada para casos de uso crítico.

Para quem não sabe ou não conhece, o LibreOffice é uma suíte de trabalho totalmente gratuita, o suporte vem diretamente da própria comunidade que usa a ferramenta, mas tudo passa pela aprovação da The Document Foundation que é uma organização sem fins lucrativos.

A compatibilidade do LibreOficce é enorme, confira os arquivos compatíveis:

Open Document Format (odt, ods e odp);

Microsoft Office 2007/2010/2013 (docx, xlsx e pptx);

Microsoft Office 97/2000/XP/2003 (doc, xls e ppt).

Mesmo em uma versão estável o aplicativo não está 100% e o desenvolvedor avisa que algumas funções estão em caráter experimental, caso da funcionalidade de edição que pode apresentar alguns problemas.

Mas em tese o LibreOffice trabalha igual ao Microsoft Office, permitindo editar arquivos, iniciar novos projetos e sua alta compatibilidade permite visualizar os arquivos mais conhecidos sem qualquer tipo de problema.

Segundo o desenvolvedor The Document Foundation a versão de Android do LibreOffice possui o mesmo motor utilizado na versão para Windows, Linux e OS X, a sua interface é totalmente baseada no visual do Firefox para Android.

Para quem quer uma alternativa ao Microsoft Office, o LibreOffice permite que você edite, crie e visualize arquivos do Word, Excel e PowerPoint como se estivesse no PC, mas com a capacidade de fazer tudo isso em qualquer lugar e diretamente no seu dispositivo Android.

Baixe agora na loja Google Play:

LibreOffice de graça.

Usuários de Ubuntu, comemorem: agora será possível assistir à Netflix através da distribuição Linux sem gambiarras, hacks ou quaisquer outras marmotagens, ainda que seja somente através do Chrome.

A bem da verdade a Netflix demorou muito para dar suporte ao pinguim, já que ele conversava há tempos com HTML5. O grande problema que impedia sua instalação no Linux era, segundo a empresa o fato de que na aplicação para desktop ele ainda utilizava Silverlight, o plugin da Microsoft que está morrendo junto com o Flash. Quem utilizava Linux, independente da distribuição era obrigado a realizar algumas gambiarras a fim de acessar o serviço via navegador, como a necessidade da biblioteca NSS versão 3.16.2 ou superior na versão 14.04 LTS. Já a 14.10 virá com suporte nativo.

Só que a Netflix resolveu facilitar as coisas. A partir de agora, basta instalar a versão 37 do Chrome no Ubuntu nas duas últimas versões LTS que você já poderá utilizar o Netflix sem problemas. Àqueles que utilizam distribuições como Mint e Arch Linux, já é sabido que ambas serão plenamente compatíveis também. Isso pelo menos vai reduzir o número de plataformas que o serviço de streaming não está presente, mas ainda não acaba com um pequeno problema de filosofia: ao menos em desktops o Netflix não é para leigos.

O Cardoso já relatou problemas anteriores com o Netflix justamente por conta do Silverlight, mas o problema nem é esse: é a inabilidade do serviço em facilitar a vida do usuário. Aquele que paga para assistir seus filmes não quer passar por um tutorial em nove passos para resolver um bug; ele quer ligar, assistir e pronto. É preciso tornar o serviço mais user friendly possível, e distros como Ubuntu e Mint não são nem de longe bichos de sete cabeças e podem ser usadas por um leigo tranquilamente. E ele não vai querer abrir um terminal para caçar bugs.

Caso tenham resolvido esses impasses ao se livrarem do Silverlight parabéns, o público só tem a agradecer por mais uma plataforma compatível com o Netflix.

Fonte: Meio Bit

fedoraDennis Gilmore anunciou a disponibilidade da versão alpha muito adiado de Fedora 21. Isto vem quase exatamente um ano desde a última versão alpha do projeto – a do Fedora 20, lançado em 24 de setembro de 2013 A partir do anúncio de lançamento : “O lançamento do Fedora 21 Alpha chegou, com um preview da última tecnologia livre e de código aberto sob . desenvolvimento Como parte da iniciativa Fedora.next, Fedora 21 contará com três produtos:. Nuvem, Server e Workstation Note-se que para a versão alfa, os instaladores de rede atuar como genéricos, instaladores “universais”, que oferece todo o conjunto de pacote Fedora .. grupos por padrão, em vez de apenas os grupos associados com o produto que eles são feitos para representar cada um dos produtos terão por base o ‘base’ conjunto de pacotes para o Fedora ”

Fonte: http://distrowatch.com/?newsid=08611

thumb-33952-bash-resizedUsuários de Linux e outros sistemas operacionais baseados em UNIX (as distribuições e o OS X, por exemplo) ganharam algo a mais para se preocupar nesta quarta. Especialistas em segurança da Red Hat divulgaram no blog da empresa a descoberta de uma vulnerabilidade no Bourne Again Shell, o GNU Bash, que permite a execução de códigos no momento em que o interpretador de comandos é invocado – seja pelo usuário ou por algum software.

De acordo com o site Ars Technica, a brecha foi encontrada pelo especialista Stéphane Schazelas e está “relacionada à forma como o Bash processa variáveis de ambiente passadas pelo sistema operacional ou por um programa que solicita um script bash-based”. Ela afeta as versões de 1.14 a 4.3 do shell e é ativada quando ele é aberto e um “código extra é adicionado ao fim das suas definições de funções”, como explicam os especialistas da Red Hat.

Como há um bom número de aplicações que solicitam o Bash – que faz a interface com o kernel do sistema operacional –, dá para imaginar o tamanho do problema. A distribuidora de soluções baseadas em Linux cita o caso de clientes DHCP, por exemplo, que solicitam shell scripts para configurar o sistema. Se esses comandos vêm de um servidor DHCP afetado pela brecha, torna-se possível rodar comandos diversos na máquina em que está o cliente.

Correções para a vulnerabilidade já foram liberadas pelos responsáveis por algumas das principais distribuições de Linux, como o Red Hat Enterprise Linux, o Fedora, o Ubuntu, o CentOS e o Debian. É bom atualizá-los o quanto antes. A Apple ainda está devendo uma correção para o OS X, mas um pequeno update deve ser liberado em breve, como apontou o Ars Technica.

Apesar da menor divulgação, o problema já foi considerado pelo especialista Robert Graham como “tão grande quanto o Heartbleed”, encontrado no OpenSSL em abril deste ano. Muito disso se deve fato de que o “bug interage com outros programas de formas inesperadas”, como ele explica no blog.

Mas os problemas podem se estender até aos dispositivos relacionados à Internet das Coisas, que provavelmente não receberão patches de correção para a falha. Ou seja, é possível que servidores fiquem livres do bug, mas vários outros aparelhos “menos importantes” não – e o cenário previsto por Graham não é dos melhores.

Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/seguranca/2014/09/vulnerabilidade-no-bash-expoe-maquinas-com-sistemas-baseados-em-unix.shtml

CentOS7 - GNOME  SHELL

O Projeto CentOS tem o prazer de anunciar a disponibilidade imediata do CentOS 7 para x86_64, incluindo imagens de estivador, e vários provedores de nuvem. Há muitas mudanças fundamentais neste lançamento, em comparação com versões anteriores do Red Hat Enterprise Linux. Notavelmente a inclusão de systemd, Gnome3, e um sistema de arquivos padrão do XFS. Para mais informações sobre o que faz CentOS 7 destacam-se, por favor, veja nossas notas de lançamento.

Com o lançamento do CentOS 7, a placa será capaz de se concentrar em obter os Construtores da comunidade on-line, e facilitar o progresso para os vários grupos de interesses especiais que estiveram em espera durante o ciclo de lançamento.

Grupos como OpenStack, Xen4, Gluster e oVirt podem agora personalizar CentOS Linux diretamente dentro do projeto, a construção de variantes do CentOS para novas cargas de trabalho em cima da plataforma central lento e constante.

Faça o download do CentOS7 neste link: DVD ISO

Fonte: http://www.centos.org