CentOS7 - GNOME  SHELL

O Projeto CentOS tem o prazer de anunciar a disponibilidade imediata do CentOS 7 para x86_64, incluindo imagens de estivador, e vários provedores de nuvem. Há muitas mudanças fundamentais neste lançamento, em comparação com versões anteriores do Red Hat Enterprise Linux. Notavelmente a inclusão de systemd, Gnome3, e um sistema de arquivos padrão do XFS. Para mais informações sobre o que faz CentOS 7 destacam-se, por favor, veja nossas notas de lançamento.

Com o lançamento do CentOS 7, a placa será capaz de se concentrar em obter os Construtores da comunidade on-line, e facilitar o progresso para os vários grupos de interesses especiais que estiveram em espera durante o ciclo de lançamento.

Grupos como OpenStack, Xen4, Gluster e oVirt podem agora personalizar CentOS Linux diretamente dentro do projeto, a construção de variantes do CentOS para novas cargas de trabalho em cima da plataforma central lento e constante.

Faça o download do CentOS7 neste link: DVD ISO

Fonte: http://www.centos.org

Banner FISL15

O Fórum Internacional Software Livre completa 15 anos!

São 15 anos de história, e ao longo dessa trajetória de crescimento e aprendizado, o Fórum Internacional Software Livre esteve sempre propondo os debates mais prementes sobre tecnologia e liberdade. Nosso sucesso é resultado do trabalho, da colaboração e do envolvimento de milhares de pessoas que acreditam nas soluções tecnológicas e educacionais livres, no conhecimento como bem público e na força de tecnologias de informação como ferramentas de empoderamento para a democracia.

Por isso, lutamos desde nossa primeira edição pela manutenção da transparência na tecnologia, seja nos códigos, nos padrões abertos, na luta pela internet livre e neutra. E embora não seja novidade nas nossas pautas, o tema deste ano será a Segurança e Privacidade: o Software Livre na luta contra a Espionagem. 

Porto Alegre será mais uma vez o palco do maior encontro de comunidades de Software Livre no mundo, que são não apenas o público, mas também os realizadores desse nosso grande evento, que, cheio de ideias e garra, compartilham conhecimentos, inovações e também inquietações com uma motivação comum:  a crença de que através do conhecimento cresceremos como uma humanidade mais justa.

O FISL não é feito somente pela Comissão Organizadora e pelas assessorias contratadas. Ele é feito pelas centenas de palestrantes que se oferecerem para somar seus conhecimentos, e investem seus próprios recursos para virem dos mais diversos cantos do Brasil e também de outros países.

Ele é feito por centenas de voluntários que oferecem sua inteligência e sua força de trabalho para colaborar na produção, na comunicação, na logística, e mesmo na divulgação do evento e das bandeiras do Software Livre pela rede, de suas próprias casas.

E ele é feito por dezenas de entidades civis, governamentais e privadas que acreditam que o Software Livre pode sim, mudar o mundo. E já está mudando!

Ao longo desses quinze anos, o FISL agradece a cada um que doou um pouquinho – ou muito! – de si para construir essa história. E convida a todos para celebrarem conosco, em Porto Alegre, de 7 a 10 de maio de 2014.

Fonte do Texto/Imagem: http://softwarelivre.org/fisl15/o-evento/o-fisl

O Linux ainda está de longe de ser o sistema operacional dominante nos computadores das companhias brasileiras de TI. Ou pelo menos é isso que apontam os resultados do Censo da Associação Brasileira de Profissionais de Tecnologia da Informação, a Assespro: segundo a pesquisa, o SO de código aberto é adotado em apenas 41% das empresas entrevistadas.

Para efeito de comparação, a linha Windows está presente em 78% delas. O Linux ainda fica à frente do Mac OS, usado por apenas 10%, e dos sistemas operacionais móveis, que contam com 28% de participação nas companhias de TI. Aliás, vale ressaltar que há empresas que usam vários sistemas operacionais, e por isso a soma das porcentagens ultrapassa os 100%.

O estudo foi feito pelas Assespro Nacional em parceria com a Associação das Empresas de TI da América Latina, Caribe, Portugal e Espanha (ALETI), e envolveu 849 empresas de 17 países. Por isso, estabelecer uma comparação com o uso do Linux nessas outras regiões é até fácil – e revela um resultado que não é dos mais animadores, especialmente se levarmos em conta as iniciativas recentes do governo para tentar fomentar o uso de sistemas abertos.

O Brasil é o país com menor adoção do SO entre todos os envolvidos na pesquisa, e apenas os dois europeus mostraram um resultado relativamente parecido. Em nossos vizinhos (Argentina, Paraguai, Bolívia, Chile e Uruguai), a porcentagem de empresas que adotam Linux chega a 58%, enquanto no México e no resto da América Central, o número alcança os 49%.

“Foi uma surpresa ficarmos atrás nessa comparação”, disse a INFO Roberto Mayer, presidente da ALETI e VP de Relações Públicas da Assespro Nacional. Para ele, a política de incentivo ficou longe de surtir o efeito desejado, muito porque os investimentos acabaram focados demais no próprio governo – e não mexeram no mercado.

Em termos de tecnologias abertas, essa inferioridade numérica brasileira persiste. Por aqui, apenas 38% das companhias nacionais de TI disseram à Assespro que usam algum recurso de código aberto de forma contínua ou ao menos frequentemente. Nas redondezas pela América e na Europa, esse número bate os 55%.

São poucas também as empresas daqui que adotam um modelo open source para suas tecnologias. Apenas 9% delas disponibilizam os códigos de seus programas; já na vizinhança e na Península Ibérica, o porcentual chega a 22% e 28%, respectivamente. “Se as empresas não disseminam essas tecnologias, é porque acham que não compensam”, disse Mayer. “E mudar essa visão é algo em longo prazo” – e depende de uma a política pública que funcione, claro.

Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/ti/2014/03/linux-e-usado-em-41-das-empresas-brasileiras-de-ti-aponta-pesquisa.shtml

iftop escuta o tráfego de rede em um interface eth0 ou outra interface presente e exibe uma tabela do uso atual da banda por pares de hospedeiros. iftop deve ser executado com permissões suficientes para monitorar todo o tráfego de rede na Interface, ou seja, deve ser executado como root. O programa está disponível nos repositórios oficiais das principais distribuições GNU/Linux.

Para instalar no Debian e derivados basta abrir um terminal e correr o seguinte comando

sudo apt-get install iftop

(digite a senha de administrador se esta for solicitada e tecle ENTER para prosseguir):

Para derivados de RedHat

yum install -y iftop

Quando o processo de instalaçăo for concluído, abra um terminal e digite “sudo iftop” e tecle ENTER. Digite a senha de administrador para prosseguir:

Este é o lema principal do Glances. Em uma tela só, números sobre processos, CPU, memória e outros parâmetros que são essenciais para um SysAdmin manter o monitoramento dos seus servidores, ao alcance dos seus olhos.

Glances é um software de monitoramento CLI (Command Line Interface) baseado em Curses. Não espere gráficos, imagens, animações e alertas. É um software de monitoramento presencial.

A página oficial é esta:

  •     http://nicolargo.github.com/glances

E é mantido pelo programador Nicolas Hennion. O Software é feito em Python.

Sua interface traz dados imediatos sobre:

  •     O uso do processador (por Core, por processador);
  •     Carga do sistema;
  •     Uso da memória RAM;
  •     Uso da memória swap;
  •     Quantidade de processos (ordenado por uso de CPU, memória …);
  •     Uso das placas de rede;
  •     Uso dos HDs e partições (Inputs e Outputs);
  •     Uso de espaço das partições e dispositivos de armazenamento.

Instalação do Glances

Existem diversas maneiras de instalar o Glances. Iremos abordar algumas aqui.

Pré-requisitos:

  •     Python 2.6 ou superior;
  •     Para distribuições baseadas em Debian, o pacote build-essential (para instalação via Pypi e setup.py);
  •     Para distribuições baseadas em Red Hat/Fedora/CentOS, o pacote Development Tool (para instalação via Pypi e setup.py);
  •     python-dev (para instalação via Pypi);
  •     python-setuptools (para instalação via setup.py);
  •     python-psutil 0.4.1 ou superior;
  •     python-jinja2 2.0 ou superior (opcional para exportar HTML ).

Obs.: Se você for instalar via apt-get ou yum, não se preocupe, todas estas dependências são resolvidas automaticamente.

Método 1.

Instalando em distribuições Debian:

$ sudo apt-get install python-pip build-essential python-dev
$ sudo pip install glances

Método 2.

Utilizando os repositórios PPA no Ubuntu/Mint:

$ sudo add-apt-repository ppa:arnaud-hartmann/glances-stable
$ sudo apt-get update
$ sudo apt-get install glances

Método 3.

Utilizando a instalação via YUM no Red Hat/Fedora/CentOS:

$ su -
# yum install openstack-glance

Método 4.

Compilando através do código-fonte:

$ wget -O /tmp/glances-last.tgz https://github.com/nicolargo/glances/tarball/master
$ sudo apt-get install python-setuptools build-essential python-dev
$ cd /tmp
$ tar zxvf glances-last.tgz
$ cd nicolargo-glances-*
$ sudo python setup.py install

Para executar, basta apenas digitar:

$ glances

Por padrão, o Glances atualiza a tela a cada segundo, se quiser mudar o tempo, use o parâmetro -t:

$ glances -t 5

Conhecendo o Glances

O Glances é bastante simples. Abaixo algumas informações sobre Cores do sistema e algumas teclas de atalho:

O status das cores.

É importante ressaltar aqui o que cada cor representa no Glances:

  •     Verde: Tudo certo!
  •     Azul: Atenção …
  •     Magenta: Cuidado …
  •     Vermelho: Estado crítico!

Durante o uso do Glances você pode utilizar algumas teclas de atalho para mudar seu comportamento:

  •     h → Exibe ajuda;
  •     c → Ordena os processos por consumo do processador;
  •     d → Habilita/desabilita a exibição do status de I/O do disco;
  •     f → Habilita/desabilita a exibição do status de I/O dos arquivos;
  •     I → Habilita/desabilita os logs (alertas no fim da tela quando algum limite é alcançado);
  •     n → Habilita/desabilita a exibição do status de I/O das placas de rede;
  •     p → Ordena pelo nome dos processos;
  •     q → Sai.

As colunas exibidas pelo Glances são:

  •     VIRT: Memória virtual em bytes
  •     REST: Total residente em memória em bytes
  •     CPU%: % de CPU utilizada
  •     MEM%: % de MEM utilizada
  •     PID: Identificador do processo
  •     USER: Usuário dono do processo
  •     NI: Prioridade do processo.
  •     S: Status do processo:

R – Running
D – Sleeping (não pode ser interrompido)
S – Sleeping (pode ser interrompido)
T – Traced ou Stopped
Z – Zombie

  •   IO Read and Write
  •   TIME+: Uso total da CPU em tempo
  •   NAME: Nome do processo

Fonte: http://nicolargo.github.com/glances